Abrir bem os Olhos!

Maio 10, 2009

 

Sempre que vejo um invisual penso logo em oferecer ajuda. Foi assim que me ensinaram, ofereço ajuda, ou melhor ofereço o meu braço, Porque segundo os próprios invisuais , não há nada mais incomodo do que ser agarrado pelo braço e arrastado.
Ele estava na esquina da rua do prédio. Rua muito movimentada, e também com muitos semáforos que eu próprio protestei contra o sinal sonoro interrupto enlouquecedor que supostamente servia para ajudar os invisuais. pois como vi um cego na rua ofereci o meu braço, ele aceitou.
– Para onde o senhor vai?
– Vou para rua das Antas.
– Bem, eu vou para confeitaria mas deixo o senhor no outro lado da rua.
E lá fomos nós. Como eu sou do tipo de pessoa que conversa com estranhos, tentei fazer conversa enquanto esperava oportunidade para passar.
O trajecto era curto. Só deu para saber para onde ia, onde morava, se nasceu cego, profissão e mais nada.
A conversa estava animada. Nem percebi que no meio do caminho havia um tijolo. E foi neste tijolo que eu tropecei. Só não me espalhei no chão porque fui salvo pelo “ceguinho”.
– Hey rapaz , Deus te deu o dom da visão, usa-o.
– Eu não vi.
Atravessei ate ao outro lado da rua com o cego a perguntar me se estava a olhar para os dois lados antes de atravessar. acho que não confiava em mim…

Sempre que vejo um invisual penso logo em oferecer ajuda. Foi assim que me ensinaram, ofereço ajuda, ou melhor ofereço o meu braço, Porque segundo os próprios invisuais , não há nada mais incomodo do que ser agarrado pelo braço e arrastado.

Ele estava na esquina da rua do meu prédio. Rua muito movimentada, e também com muitos semáforos que eu próprio protestei contra o sinal sonoro interrupto enlouquecedor que supostamente servia para ajudar os invisuais. pois como vi um cego na rua ofereci o meu braço, ele aceitou.

– Para onde o senhor vai?

– Vou para rua das Antas.

– Bem, eu vou para confeitaria mas deixo o senhor no outro lado da rua.

E lá fomos nós. Como eu sou do tipo de pessoa que conversa com estranhos, tentei fazer conversa enquanto esperava oportunidade para passar.

O trajecto era curto. Só deu para saber para onde ia, onde morava, se nasceu cego, profissão e mais nada.

A conversa estava animada. Nem percebi que no meio do caminho havia um tijolo. E foi neste tijolo que eu tropecei. Só não me espalhei no chão porque fui salvo pelo “ceguinho”.

– Hey rapaz , Deus te deu o dom da visão, usa-o.

– Eu não vi.

Atravessei ate ao outro lado da rua com o cego a perguntar-me se estava a olhar para os dois lados antes de atravessar. acho que não confiava em mim…

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